O
conto da insaciável luxúria da latina
lésbica
Marta
entrou no quarto, com a bucetinha ainda palpitante e vibrante
depois do que havia acabado de ver. A garota latina no bar
era tão gostosa que ela mal podia acreditar. A xoxota da Marta
estava tão molhada que ela sabia que seria preciso trocar as
calcinhas antes de voltar para o bar. "Foda-se", ela disse. "Não
preciso de calcinha porra nenhuma. Eu tô tão cheia de tesão
que eu tô precisando gozar agora mesmo!" Ela então tirou as
caucinhas e decidiu brincar um pouco com sua bucetinha. Ela
só conseguia pensar na latina sexy, fantasiando que ela também
fosse lésbica. Em seus pensamentos, ela era a única mulher
que aquela latina lésbica sexy gostaria de ter desesperadamente.
Enquanto ela brincava com sua clitóris quente e vibrante, a
porta abriu e entrou a latina delgada que ela havia visto no
bar. Marta já havia transado com outras lésbicas, mas ela sempre
preferiu as latinas. Transar com latinas sempre foi mais gostoso!
Marta não sabia o que fazer depois de ser surpeendida pela
entrada da latina. A garota tinha as pernas atraentes, compridas
e morenas do estilo top-model, terminando em um vestidinho
azul muito pequeno e apertado. Aquelas pernas eram acompanhadas
de uma bundinha bem durinha e redonda. Ela tinha cabelos negros
lisos e compridos, os olhos escuros e grandes e os lábios carnudos.
A garota latina também vivia naquele dormitório e deve ter
seguido a Marta desde que ela saiu do bar. Marta nem sabia
se a garota era lésbica, mas ela estava lhe olhando de uma
maneira bastante sedutora e quando ela percebeu que a mão da
Marta ainda estava na sua bucedinha molhada e raspadinha, os
olhos da latina ficaram ainda mais arregalados. A garota começou
a alisar suas pernas compridas e firmes até tocar sua própria
xoxotinha. Ela levantou seu vestido para que Marta também pudesse
ver sua bucetinha raspada, molhada e linda. Marta começou a
brincar com a sua bucetinha outra vez. A bucetinha dela estava
tão quente e molhada que Marta não sabia se conseguiria evitar
o orgasmo. A latina alta e esbelta se aproximou e se apresentou. "Meu
nome é Martina e eu vou comer sua bucetinha latina gostosa,
chupar essas tetas latinas e dar umas palmadinhas nessa bunda
latina grande e durinha porque eu acho que você é uma latina
muito gostosona", ela disse. Marta ficou chocada com essa declaração
tão brusca e agressiva, mas acabou ficando seduzida pela confiança
de Martina, que se ajoelhou e começou a levantar o vestido
de Marta, tirando-o pela cabeça. Lá estava ela, totalmente
nua na frente de Martina, sentindo-se indefesa. Imediatamente,
Martina se colocou entre as pernas de Marta, que estava sentada,
e começou a acariciar seus seios enormes e naturais. Seus movimentos
eram tão calculados que Marta quase acabou se sentindo como
se estivesse sendo estuprada. Ela tentou resistir, achou que
aquilo não parecia correto, mas quanto mais ela tentava se
convencer de que era necessário rejeitar a investida de Martina,
mais ela se via paralizada com seu toque. Era como se Martina
soubesse muito bem, antes mesmo de entrar por aquela porta,
que Marta não teria forças para resisti-la. "Martina era uma
deusa dentre as latinas lésbicas", Marta pensou consigo mesma.
Martina agora acariciava gentilmente os mamilos de Marta, fazendo
círculos com sua língua quente e molhada, volta e meia chupando-os
e mordiscando-os. Marta percebeu que Martina estava ficando
com cada vez mais tesão porque suas mãos começaram a apertar
suas coxas com mais força. Enquanto ela lambia e mordiscava
um dos seios, ela apertava e torcia o mamilo do outro entre
seu polegar e dedo indicador, começando de leve, mas logo apertando
com mais firmeza até que começou a doer. O mordiscar se transformou
em mordidas eróticas e Martina logo começou a chupar os mamilos
de Marta e mordê-los, esticando-os entre os seus dentes. Marta
estava ofegante a este ponto, soltando um leve "ai", misturado
com um gemido incontrolável. A dor e o formigamento eletrizaram
o corpo de Marta. Ela nunca havia sentido tanto tesão na vida.
Marta era uma mulher com seios fartos, ossos grandes e cheia
de curvas, mas com o corpo bem firme. Ela estava em ótima forma,
mas como sempre foi uma mulheraça, ninguém havia tentado dominá-la
desse maneira. Martina era alta, mas esguia e pequena, com
os seios muito mais modestos, mas bastante firmes, e com os
mamimos grandes e duros, como se fossem borrachinas na ponta
de um lápis. Ela era a latina lésbica de seus sonhos! Ela também
era muito segura de si e obviamente bastante experiente. Martina
não era uma amadora quando o assunto era sexo entre lésbicas. "No
duro", Marta pensou. Marta estava começando a ficar com um
pouco de medo. Ela nem conhecia essa garota, que estava dominando-a
de maneira bastante agressiva. Marta tentou se afastar um pouco,
agora que Martina havia começado a morder cada vez mais entre
as chupadas e as lambidas. "Onde é que você pensa que vai?" Martina
perguntou. "Eu decidi que vou devorar você inteirinha. Eu não
fazia a minima idéia de que você teria um gosto tão delicioso
e eu ainda nem cheguei até a sua xoxotinha!" Mais uma vez,
Marta ficou perplexa! Martina disse aquilo tudo com tanto fervor
que Marta já não sabia se ela queria dizer que a comeria de
verdade! Mas Marta acabou ficando com mais tesão ao ouvir tudo
isso. "Essa vai ser uma trepada da boa!", ela disse para si
mesma. Martina estava sentada sobre uma das pernas de Marta
e começou a roçar sua xoxotinha na coxa dela; logo ela levantou
sua perna direita mais um pouquinho para poder roçar na bucetinha
de Marta, que já estava toda molhadinha. Marta soltou um gritinho
quando seu corpo tremeu com o que seria o primeiro orgasmo
de muitos naquela noite. Ela sabia que essa seria uma transa
lésbica magnífica. Martina deixou de chupar os mamilos de Marta
e partiu para sua barriguinha até chegar ao topo da bucetinha
raspada de Marta, que ainda estava bastante molhadinha. Martina
se deteve a apenas milímetros da clitóris vibrante, soltando
seu hálido quente na bucetinha de Marta. Ela tentou levantar
sua bucetinha desesperadamente, querendo que Martina começasse
logo a devorar sua xoxota da mesma maneira agressiva como vinha
agindo até agora, mas Martina nem ligava. Ela é que estava
no comando. Primeiro ela decidiu preocupar-se com a virilha
esquerda de Marta, lambendo-a e mordiscando-a. Então ela começou
a passar seus dentes gentilmente pelos lábios da xoxota da
Marta e rapidamente enfiou sua língua dentro da bucetinha quente
e úmida. Daí ela fez o mesmo com o cuzinho de Marta, que a
este ponto já estava molhado com o gozo de sua xoxotinha. A
buceta da Marta estava literalmente pingando e seu gozo estava
se espalhando por toda parte. Martina começou a limpar o gozo
de Marta com suas mãos, lambendo os dedos. Parecia que ela
não queria desperdiçar uma gota sequer daquele gozo. Martina
não conseguia mais se segurar. Ela se lançou contra a bucetinha
da Marta, chupando sua clitóris inchada e colocando sua língua
bem fundo dentro daquela xoxota quente e úmida. Ela lambeu
tudo, visivelmente bebendo e engolindo o gozo de Marta antes
de retomar a tarefa de chupar um pouco mais seu clitóris. Marta
começou a gritar enquanto Martina continuava, soltando gemidos
e gritinhos enquanto sua bucetinha era devorada. Marta nunca
tinha experimentado uma trepada lésbica tão gostosa assim!
Suas pernas estavam tremendo sem parar de um lado para o outro
enquanto ela gozava uma vez atrás da outra sem que Martina
parasse de lamber, chupar, mamar e devorar a bucetinha da Marta! -- "Ai,
meu Deus!", ela exclamou. "Ai... meu... D-D-Deus! Eu não consigo
parar de gozar." -- "Ótimo", Martina disse, "porque eu ainda
não acabei." Enquanto Martina lambia a buceta inchada e molhada
da Marta, ela aproveitou para enfiar seus dedos bem fundo dentro
da xoxota, sentindo a parede interna e tateando até achar o
que estava procurando, o ponto G da Marta... Aí ela começou
a acariciá-lo, mesmo que Marta não soubesse o que ela estava
fazendo. Ela estava sentindo algo diferente, parecido com o
formigamento em sua clitóris, mas diferente... Mais profundo...
Ela achou que ia acabar mijando! -- "Eu... eu... não quero que você faça
isso", ela disse a Martina. -- "Eu sei exatamente o que eu estou
fazendo", Martina disse. "Você é minha putinha lésbica e a
sua bucetinha me pretence, então cala essa boca e coopera!
Eu estou com fome de você e ainda não acabei o que vim fazer.
Isso é só o começo." "O que será que ela quer dizer?", Marta
se perguntou. Mas quem era ela para discutir? Ela sabia que
estava sob o poder de Martina e que essa transa lésbica estava
sendo tão incrível que a deixou paralizada. Ela ficou um pouco
envergonhada, mas também surpreendida ao ver como Martina a
havia transformado em uma vadia, em sua escrava do sexo. Ela
continuou cooperando enquanto esperava para ver o que Martina
faria em seguida. A sensação começou a crescer cada vez mais
forte. Ela estava paralizada pelo prazer, mas de uma maneira
muito mais intensa. Ela achou mesmo que fosse mijar à medida
em que a sensação ficava cada vez mais forte, mas Martina continuou
lambendo e chupando a bucetinha da Marta enquanto lhe acariciava
por dentro. Os quadris de Marta começaram a mexer convulsivamente
enquanto a sensação começava a aumentar. Parecia que Martina
não conseguiria domá-la, mas ela segurou bem a barra. Ela dominou
Marta como um predator domina sua presa. "O que está acontecendo
comigo!" Marta pensou ao notar que seu corpo entrava em uma
convulsão incontrolável e selvagem de prazer! "Parece... que... ai... ai
meu... ai!" -- "Ahhhhhh!", ela gozou alto! A eletricidade correu
por sua espinha, pelos seus mamilos, desde sua pélvis até seus
pés, fazendo seu corpo tremer por inteiro. Seu torso e pernas
se retraíram e relaxaram várias vezes, tremendo incontrolavelmente...
E sua bucetinha... "Ai meu Deus!", ela exclamava enquanto um
rio de gozo espesso e transparente jorrava de sua uretra diretamente
na boca escancarada da Martina! A garota mamava furiosamente,
chegando até a rosnar enquanto devorava tudo até a última gota!
Essa transa lésbica estava tão selvagem que Marta não queria
que terminasse jamais! -- "Mais, porra!", Martina disse, erguendo
a perna da Marta para o alto e dando-lhe um tapa forte na bunda. "Eu
disse mais!", ela repetia enquanto continuava a mamar o gozo
da Marta com ardor, acariciando o interior da sua xoxota e
tentando tirar-lhe tudo o que tinha. O corpo da Marta estremeceu
mais algumas vezes até que ela se sentiu sem energia alguma.
Suas convulsões diminuiram, o gozo finalmente parou de jorrar-lhe
da xoxota e seu corpo começou a formigar cada vez mais. Um
cansaço devastador tomou conta de seu corpo e tornou-se impossível
manter seus olhos abertos. Seu corpo estava tão relaxado que
ela escorregou da poltrona em que estivera sentada durante
todo o tempo, esparramando-se pelo chão. Seu corpo corpo nu
de latina lésbica estava totalmente exausto e ali ficou inconsciente
ao frio do chão azulejado. -- "Me fode!", Martina esbravejou,
já que queria muito mais dessa transa latina. "Eu ainda estou
morrendo de vontade do seu corpo e você nem comeu a minha buceta
ainda", ela resmungou alto. "Eu ainda não terminei com você.
Agora vou transformá-la numa vadia; vou fazer você me dar o
cú, vou fazer vídeos e tirar fotografias. Você vai ser uma
artista de cinema. Você me pertence, sua puta... Pelo menos por
enquanto." Martina deu risada. Mesmo sendo esbelta e pequena,
Martina era bastante forte. Ela conseguiu levantar o corpo
inconsciente da Marta, que era muito maior, carregando-a sob
o ombro e levando-a para o quarto. Esse tipo de coisa já lhe
havia acontecido antes. Não, ela não tinha terminado de fazer
o que queria fazer com a voluptuosa Marta e muita transa lésbica
ainda iria rolar naquela noite... Ah, sim, muito mais transa. |